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Recursos do Renda Brasil podem vir de fundos, diz Bittar

O senador Márcio Bittar (MDB-AC) afirmou ao R7 Planalto que os recursos do Renda Brasil, programa que irá substituir o Bolsa Família, podem vir de fundos. Bittar disse que a ideia é utilizar recursos de, ao menos, três fundos – um deles é o da desestatização, que é a venda de ativos públicos ou a transferência da prestação de serviço público à iniciativa privada por prazo determinado. Inicialmente, a proposta do ministro Paulo Guedes (Economia) seria cortar as deduções de saúde e  educação do IR Imposto de Renda) ou de programas como o abono-salarial  (voltado para quem ganha até dois pisos) e…

Visão geral da revisão

Resumo: Um deles é o da desestatização, que é a venda de ativos públicos ou a transferência da prestação de serviço público à iniciativa privada.

O senador Márcio Bittar (MDB-AC) afirmou ao R7 Planalto que os recursos do Renda Brasil, programa que irá substituir o Bolsa Família, podem vir de fundos.

Bittar disse que a ideia é utilizar recursos de, ao menos, três fundos – um deles é o da desestatização, que é a venda de ativos públicos ou a transferência da prestação de serviço público à iniciativa privada por prazo determinado.

Inicialmente, a proposta do ministro Paulo Guedes (Economia) seria cortar as deduções de saúde e  educação do IR Imposto de Renda) ou de programas como o abono-salarial  (voltado para quem ganha até dois pisos) e o seguro-defeso (pago a pescadores no período de reprodução dos peixes).

As sugestões, contudo, não agradaram a Bolsonaro, que afirmou não mandar ao Congresso Nacional o projeto do titular da Economia. “Não posso tirar de pobre para dar para paupérrimos”, disse.

Os recursos de fundos, contudo, ainda não são suficientes para a criação do programa. O governo, informou interlocutores, ainda busca outras formas de fomentar o Renda Brasil.

FONTE: R7

Sobre Wagner Oleiro

Radialista desde 93 trabalhou nas principais AMs e FMs do Recife. Começou na carreira logo cedo acompanhando seu pai Cláudio Monfrin que também é radialista (aposentado) nos programas que apresentava. Mas foi como sonoplasta que Wagner Oleiro começou sua carreira aos 16 anos de idade e foi com 19 anos que ele se profissionalisou como radialista na função de locutor, apresentador e animador. Em 2013 ele avança na comunicação indo trabalhar como repórter num canal de televisão no Mato Grosso. Atualmente Wagner Oleiro apresenta uma programação jornalistica nas manhãs da Rádio MAIS FM 104,7 e exerce a função de jornalista nesse portal.

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