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Em jogo pouco inspirado, Náutico empata com o Vitória e segue sem vencer no Brasileiro Série B

Após dois empates seguidos em casa, o Náutico precisava pontuar para não correr o risco de retornar à zona de rebaixamento da Série B na rodada, ou até mesmo conseguir um triunfo sobre o Vitória, para recuperar os pontos perdidos. Mas em uma noite pouco inspirada de ambos os lados, os times não conseguiram movimentar o placar, esbarrando em erros de passe para criar e em seus goleiros nas poucas finalizações. Com muitos erros de passe, setor de criação do Náutico tem atuação abaixo contra o Vitória Já com a supervisão de Gilson Kleina, impedido de ficar na área técnica…

Visão geral da revisão

Resumo: Timbu somou o seu terceiro ponto na tabela em quatro jogos e segue próximo à zona de rebaixamento da Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro.

Após dois empates seguidos em casa, o Náutico precisava pontuar para não correr o risco de retornar à zona de rebaixamento da Série B na rodada, ou até mesmo conseguir um triunfo sobre o Vitória, para recuperar os pontos perdidos. Mas em uma noite pouco inspirada de ambos os lados, os times não conseguiram movimentar o placar, esbarrando em erros de passe para criar e em seus goleiros nas poucas finalizações.
  • Com muitos erros de passe, setor de criação do Náutico tem atuação abaixo contra o Vitória

Já com a supervisão de Gilson Kleina, impedido de ficar na área técnica devido aos protocolos da CBF, o auxiliar Dudu Capixaba manteve a base da formação do último jogo, com Jorge Henrique mais recuado e participando da transição da defesa ao meio de campo. Na postura, a marcação com as linhas mais altas também fazia parte da estratégia alvirrubra e rendeu raras oportunidades, mas o equilíbrio técnico entre as duas equipes, com problemas semelhantes de criação, foi a tônica da partida.

O Vitória, usando das faltas como recurso para travar as investidas alvirrubras, teve a primeira grande chance aos 9 minutos. Léo Ceará recebeu uma bola livre na entrada da área depois de um passe rasteiro de Carleto na entrada na área, porém Jefferson salvou à queima-roupa o que já seria a melhor chance dos donos da casa na etapa.
Por sua vez, o Náutico respondeu três minutos em seguida, na bola parada, com Rafael Ribeiro. O zagueiro subiu mais alto que a marcação, mas não conseguiu dar direção à cabeçada. Erick, peça mais acionada no ataque, também teve boa oportunidade, ao chutar cruzado e contar com falha de Ronaldo. A melhor chance timbu ainda resvalou na trave.
A partir daí, a linha de marcação alvirrubra recuou. Nas boas chances construídas, ambos os assistentes anularam de forma equivocada um lance para cada lado, com o Vitória chegando a balançar a rede com Léo Ceará. Mas o primeiro tempo terminou zerado.
Na segunda etapa, Pivetti modificou todo o ataque ataque, na tentativa de pressionar o Náutico em seu campo de defesa. O Vitória até voltou com uma pressão massiva na saída de bola timbu, e rondou o ataque invertendo a bola em busca de penetração na área. Nessa blitz, aos dois minutos, Marcelinho subiu livre e cabeceou muito perto do gol de Jefferson. Mas parou aí.
O Náutico suportou bem a pressão inicial, passou a se aproximar mais da área adversária, mas ainda sofria com os mesmos problemas de erros de passe, marcação forte sobre Jorge Henrique e noite pouco inspirada de Jean Carlos. O time se limitou a chutes de longa distância, com Jean e Thiago levando o maior perigo, e não tirou proveito da vantagem numérica nos últimos minutos. Mas também não foi além disso. Ponto importante, porém ofuscado pela necessidade de subir na tabela.

Ficha do jogo

Vitória 0
Ronaldo; Jonatan Bocão, João Victor, Maurício Ramos e Thiago Carleto; Jean, Fernando Neto (Rodrigo Andrade) e Marcelinho (Felipe Garcia); Matheusinho (Rafael Carioca), Vico (Eduardo) e Léo Ceará (Jordy Caicedo). Técnico: Bruno Pivetti.
Náutico 0
Jefferson; Hereda, Camutanga, Rafael Ribeiro e Wilian Simões; Djavan, Jorge Henrique (Bryan) e Jean Carlos; Erick (Josa), Dadá Belmonte (Thiago) e Salatiel. Técnico: Dudu Capixaba.
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Kléber Lúcio Gil (FIFA-SC) e Johnny Barros de Oliveira (SC)
Cartões amarelos: Eduardo e Jean (V); Djavan (N). Cartão Vermelho: Eduardo (aos 43 do 2ºT)(V).
FONTE: Diário de de Pernambuco.

Sobre Wagner Oleiro

Radialista desde 93 trabalhou nas principais AMs e FMs do Recife. Começou na carreira logo cedo acompanhando seu pai Cláudio Monfrin que também é radialista (aposentado) nos programas que apresentava. Mas foi como sonoplasta que Wagner Oleiro começou sua carreira aos 16 anos de idade e foi com 19 anos que ele se profissionalisou como radialista na função de locutor, apresentador e animador. Em 2013 ele avança na comunicação indo trabalhar como repórter num canal de televisão no Mato Grosso. Atualmente Wagner Oleiro apresenta uma programação jornalistica nas manhãs da Rádio MAIS FM 104,7 e exerce a função de jornalista nesse portal.

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