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Caso Miguel: justiça marca audiência de Sarí Corte Real para dezembro

Indiciada por abandono de incapaz com resultado morte, Sarí Corte Real, primeira-dama de Tamandaré, será ouvida na primeira audiência de instrução e julgamento, marcada para o dia 3 de dezembro. Quatro meses após a morte de Miguel Otávio, de 5 anos, o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) confirmou a data, através da 1ª Vara de Crimes contra a Criança e o Adolescente da Capital.

A sessão começou às 9h. Durante a audiência, a acusada será interrogada e as testemunhas indicadas pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e pela Defesa, foram ouvidas. Depois desta fase de Instrução e Julgamento, o MPPE e a Defesa deverão apresentar as alegações finais, e o Juízo profere a decisão, condenando ou absolvendo Sarí.
Em sua página pessoal no Instagram, Mirtes Renata, mãe de Miguel, agradeceu o apoio à campanha realizada por ela para pressionar o TJPE a marcar da data da audiência. “Venho agradecer a cada um que participou dessa campanha pedindo para que o pessoal da secretaria marcasse a audiência de Miguel. Quero agradecer a todos aqueles que enviaram e-mail, compartilharam, obrigada de coração a todos. Que Deus abençoe a cada um e vamos juntos em busca de justiça por Miguel”, disse, através de vídeo.
O advogado de Sarí, Pedro Avelino, informou que ficou sabendo da data da primeira audiência através da imprensa. “Causa espanto para nós saber do andamento do processo em segredo de justiça pela imprensa”, declarou.
O MPPE denunciou Sarí por abandono de incapaz com resultado em morte, com as agravantes de cometimento de crime contra criança e em ocasião de calamidade pública. Miguel morreu ao cair de uma altura de aproximadamente 35 metros, do nono andar do edifício Píer Maurício de Nassau, que integra um condomínio de luxo conhecimento como Torres Gêmeas, localizado no bairro de São José, área central do Recife. No dia da tragédia, 2 de junho, Sarí chegou a ser autuada em flagrante por homicídio culposo, mas pagou fiança de R$ 20 mil e foi liberada.

Sobre Wagner Oleiro

Radialista desde 93 trabalhou nas principais AMs e FMs do Recife. Começou na carreira logo cedo acompanhando seu pai Cláudio Monfrin que também é radialista (aposentado) nos programas que apresentava. Mas foi como sonoplasta que Wagner Oleiro começou sua carreira aos 16 anos de idade e foi com 19 anos que ele se profissionalisou como radialista na função de locutor, apresentador e animador. Em 2013 ele avança na comunicação indo trabalhar como repórter num canal de televisão no Mato Grosso. Atualmente Wagner Oleiro apresenta uma programação jornalistica nas manhãs da Rádio MAIS FM 104,7 e exerce a função de jornalista nesse portal.

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